Pessoa realizando pagamento por aproximação com cartão digital em arranjo de pagamento corporativo.
12 junho
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O arranjo de pagamento é a estrutura que permite o funcionamento de cartões de benefícios, incentivos, premiações e despesas corporativas.

Para o RH, entender esse conceito ajuda a escolher soluções seguras e confiáveis para reconhecer colaboradores, organizar pagamentos e simplificar a gestão de benefícios.

Na prática, o arranjo define as regras para que o cartão seja emitido, aceito em estabelecimentos, utilizado pelo colaborador e processado com segurança.

Segundo o Banco Central, todos os participantes desse sistema, como emissores e credenciadores, devem seguir regras específicas para garantir controle, segurança e bom funcionamento das transações. Saiba mais a seguir.

O que é um arranjo de pagamento?

Conforme a Lei nº 12.865/2013, o arranjo de pagamento reúne as regras e processos que orientam a oferta de serviços de pagamento ao público.

De forma simples, ele organiza a movimentação de valores entre empresas, colaboradores e estabelecimentos comerciais.

Quando uma empresa carrega saldo no cartão pré-pago de um colaborador, e ele usa esse valor em um supermercado, há uma troca rápida de informações e recursos. O arranjo de pagamento torna esse fluxo possível.

Sem essas diretrizes, as transações não teriam a padronização, segurança e confiabilidade necessárias para funcionar de forma eficiente.

Os três agentes principais de um arranjo de pagamento

Para entender como um arranjo de pagamento funciona, é importante conhecer os três participantes centrais desse sistema.

1. Instituidor

O instituidor é responsável por criar e administrar as regras do arranjo.

Ele define como as transações devem ocorrer, quais padrões técnicos precisam ser respeitados e quais empresas podem participar da operação.

Bandeiras como Mastercard e Visa são exemplos conhecidos de instituidores. Elas não entregam o cartão diretamente ao usuário, mas estabelecem as regras que orientam o funcionamento da rede.

2. Emissor

O emissor é quem disponibiliza o cartão ao usuário final.

No caso dos benefícios corporativos, ele viabiliza o cartão pré-pago para o colaborador, administra o saldo e garante o registro das transações.

Empresas como a Novocred fazem parte desse ecossistema ao oferecer cartões pré-pagos corporativos com segurança, controle e aderência às exigências do setor.

3. Credenciador

O credenciador é quem permite que lojas, restaurantes, supermercados e outros estabelecimentos aceitem o cartão como meio de pagamento.

Ele conecta o comércio à rede, processa a compra e ajuda a garantir que o valor chegue corretamente ao estabelecimento.

Quando um colaborador usa o cartão de benefícios em um restaurante, o credenciador atua nos bastidores para que a transação seja autorizada e concluída.

Infográfico da Novocred mostrando o ciclo do arranjo de pagamento em cartões corporativos.

Tipos de arranjo de pagamento

A abrangência de um arranjo de pagamento define onde e como o cartão de benefícios pode ser usado. Essa distinção é diretamente relevante para o RH na hora de escolher a solução certa para os colaboradores.

Arranjos abertos

Nos arranjos abertos, o cartão funciona em qualquer estabelecimento credenciado à bandeira, seja em lojas físicas, e-commerces ou aplicativos.

Para os benefícios corporativos, essa é a modalidade mais vantajosa: o colaborador tem liberdade real de escolha, sem restrições de rede.

Os cartões pré-pagos corporativos da Novocred operam nesse modelo, com bandeira Mastercard aceita em mais de 4 milhões de estabelecimentos no Brasil e no exterior. Isso transforma o benefício em algo genuinamente útil para quem recebe.

Arranjos fechados

Nos arranjos fechados, o cartão só funciona dentro de uma rede específica de estabelecimentos definida pelo emissor.

Cartões de benefícios internos tradicionais, como alguns modelos de vale-refeição restritos a redes conveniadas, seguem essa lógica.

Esse modelo limita a experiência do colaborador e reduz o valor percebido do benefício. Para empresas que querem reconhecer e engajar suas equipes de verdade, os arranjos abertos entregam muito mais resultado.

Quem regula os arranjos de pagamento no Brasil?

O Banco Central do Brasil (BCB) desempenha um papel essencial na regulação e supervisão dos arranjos de pagamento no país, garantindo transações seguras, proteção dos recursos dos usuários e o funcionamento eficiente do sistema financeiro.

Para o setor de Recursos Humanos, essa atuação tem um impacto direto: escolher um fornecedor que esteja em conformidade com essas normas assegura respaldo legal em cada operação realizada.

Na prática, ao adicionar valores ao cartão de incentivo de um colaborador, todas as etapas da transação, desde o crédito até a compra, seguem rigorosamente as diretrizes do arranjo regulado.

Nesse processo, emissores, credenciadores, bandeiras e estabelecimentos trabalham juntos dentro de um sistema estruturado e monitorado.

Esse modelo padronizado garante a interoperabilidade, permitindo que cartões emitidos em um arranjo regulado sejam aceitos em uma ampla rede de estabelecimentos.

Para o RH, isso representa uma vantagem significativa: ampliar as possibilidades de uso para os colaboradores, ao mesmo tempo em que simplifica a gestão dos benefícios oferecidos pela empresa.

Conclusão

Entender o que é um arranjo de pagamento não é apenas um exercício teórico. Para o profissional de RH, esse conhecimento é a base para tomar decisões mais seguras na contratação de benefícios corporativos, incentivos e premiações.

A estrutura formada por instituidor, emissor e credenciador, supervisionada pelo Banco Central, é o que garante que cada transação aconteça com segurança, rastreabilidade e conformidade legal.

E é exatamente dentro dessa estrutura que a Novocred opera, há mais de 19 anos, oferecendo cartões pré-pagos corporativos para empresas que querem reconhecer, engajar e reter seus colaboradores com eficiência.

Se a sua empresa ainda não usa essa estrutura a favor do time, este é o momento de conhecer as soluções da Novocred.

Perguntas frequentes

O que é arranjo de pagamento?

É o conjunto de regras e participantes que permite a realização de pagamentos eletrônicos, como transações com cartões pré-pagos, crédito, débito e outros meios.

Qual a diferença entre instituidor, emissor e credenciador?

O instituidor define as regras. O emissor disponibiliza o cartão ou instrumento de pagamento. O credenciador conecta os estabelecimentos à rede de aceitação.

O Banco Central regula todos os arranjos de pagamento?

Não todos. Arranjos com volume reduzido de transações ou de propósito limitado podem ser isentos de regulação. Mas os arranjos relevantes para benefícios corporativos, por envolverem grandes volumes, estão sujeitos à supervisão do BCB.

A Novocred opera dentro de um arranjo regulado?

Sim. A Novocred atua no ecossistema de cartões pré-pagos corporativos com bandeira Mastercard, dentro de um arranjo de pagamento regulado, garantindo segurança, rastreabilidade e conformidade para as empresas clientes.

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